ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2026
Adultos - A IGREJA DOS GENTIOS: Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos
COMENTARISTA: Wagner Tadeu dos Santos Gaby
COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

LIÇÃO Nº 13 – A MISSÃO CONTINUA EM NÓS
Texto: Mateus 28.18-20; Atos 1.8; Efésios 2.13-18
Introdução: Importa que a Igreja pregue o Evangelho a todas as nações, pois essa missão deve avançar até os confins da Terra.
I. O MANDATO UNIVERSAL DE JESUS
1. A autoridade de Cristo sobre todas as nações (Mt 28.18)
1.1. Jesus afirmou seu domínio absoluto e estabeleceu o fundamento da missão da Igreja (Mt 28.18)
a. Essa autoridade confirma que a ordem missionária não se apoia em força humana
b. A missão é universal e inegociável.
1.2. O meio dessa missão é o poder do Espírito Santo (At 1.8)
a. Sem a ação do Espírito, não há testemunho eficaz
1.3. Hoje, essa mesma autoridade continua sustentando a proclamação do Evangelho
2. A ordem de fazer discípulos em todas as etnias (Mt 28.19)
2.1. A Grande Comissão revela que o Evangelho não reconhece fronteiras culturais (Mc 16.15
a. Fazer discípulos de todas as nações é autoridade de Cristo sobre todos os povos
2.2. O discipulado vai além da conversão inicial:
a. Envolve formação espiritual
b. Envolve transformação de vida.
2.3. Essa missão continua vigente, chamando cada cristão a testemunhar com fidelidade todos os dias
3. A promessa da presença de Cristo até o fim (Mt 28.20).
3.1. A ordem missionária vem acompanhada da promessa da presença diária de Jesus até a consumação dos séculos.
a. Essa presença é manifestada pelo Espírito Santo
b. Essa presença constante sustenta a obra missionária mesmo em meio às adversidades.
c. Não caminhamos sozinhos; o Senhor é nosso ajudador (Hb 13.5,6)
. Essa certeza fortalece a nossa fé
. Essa certeza renova a nossa esperança
. Essa certeza garante que a missão de Deus não falhará
3.2. A igreja deve avançar para compreender a expansão do Evangelho
II. O PODER DO ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO
1. A capacitação do Espírito Santo para testemunhar (At 1.8a).
1.1. Jesus afirma que a missão da Igreja só é possível mediante a capacitação do Espírito Santo (At 1.8)
a. O poder prometido não é humano
b. Não é resultado de preparo intelectual
c. É uma habilitação divina que concede ousadia (Lc 24.49)
1.2. Esse poder capacita o crente a viver em santidade e a comunicar eficazmente o Evangelho.
1.3. O Espírito Santo atua no coração dos ouvintes:
a. Convencendo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8)
b. Ele revela o pecado da incredulidade, manifesta a justiça de Deus em Cristo (2Co 5.21)
c. Ele aponta para o juízo já decretado sobre Satanás
1.4. O Espírito santo assegura que a missão não depende apenas de quem anuncia, mas do agir soberano de Deus.
2. A expansão geográfica e espiritual do Evangelho (At 1.8b)
2.1. A missão cristã é progressiva e expansiva.
a. O testemunho começa em Jerusalém, alcança a Judeia e Samaria e se estende até os confins da Terra.
2.2. O Plano divino para a evangelização é mundial e estrutura o próprio livro de Atos (1-7; 8-12; 13-28).
2.3. A expressão “confins da Terra” aponta para todos os povos, culturas e regiões, sem distinção.
2.4. Assim, o Evangelho rompe limites geográficos, étnicos e culturais (Rm 15.20).
3. A missão como responsabilidade de toda a Igreja.
3.1. Paulo mostra que a fé nasce ao ouvir a mensagem proclamada do Evangelho (Rm 10.13-15).
3.2. A missão não é tarefa exclusiva de líderes, mas responsabilidade de toda a Igreja.
a. Todos os crentes foram chamados para anunciar as virtudes de Deus (1Pe 2.9; Is 52.7)
3.3. A igreja é fortalecida pelo Espírito Santo para fazer essa obra
III. A GRANDE COMISSÃO E A CONTINUIDADE DO CHAMADO MISSIONÁRIO
1. A inclusão dos gentios no Corpo de Cristo (Ef 2.11-16)
1.1. Em Efésios 2.11-16, Paulo afirma que os gentios, antes separados, sem esperança e alheios às promessas, foram aproximados de Deus por meio do sangue de Cristo.
1.2. Os gentios foram aproximados de Deus por meio do sangue de Cristo (Ef 2.11-16)
Na cruz:
a. Jesus derrubou a parede de separação
b. Jesus aboliu as ordenanças que dividiam judeus e gentios
c. Jesus criou em si mesmo um novo homem
d. Jesus estabeleceu a paz
1.3. A obra redentora de Cristo reconciliou ambos em um só corpo, formando uma nova comunidade espiritual.
1.4. Jesus confirmou que o Evangelho é universal e que Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34-36).
2. A continuidade da missão até a volta de Cristo
2.1. Jesus ensina que, antes do fim o evangelho deve ser pregado entre todas as nações (Mc 13.10)
2.2. Mesmo em meio a perseguições, crises e instabilidades, a missão não pode ser interrompida.
2.3. A pregação do Evangelho é parte do Plano soberano de Deus e deve prosseguir até a consumação dos tempos.
2.4. Assim como a Igreja Primitiva perseverou em anunciar Cristo apesar das adversidades
2.5. A Igreja atual é chamada a manter-se fiel ao mandato missionário
a. O povo deve estar comprometido com a proclamação do Reino.
3. O compromisso da Igreja atual com missões locais e transculturais
3.1. A missão exige perseverança, fidelidade e prontidão (2Tm 4.2).
3.2. Esse chamado se estende à Igreja de hoje que deve sustentar e enviar missionários
3.3. A missão é global, urgente e inadiável (Mt 28.19,20; Mc 16.15).
3.4. Manter viva a chama missionária é um dever espiritual, pois “ai de mim se não anunciar o evangelho” (1Co 9.16).
3.5. A Grande Comissão permanece como o compromisso permanente da Igreja até que Cristo volte.
Conclusão: A expansão do Evangelho entre os gentios confirma que a salvação não conhece fronteiras étnicas, culturais ou geográficas. Somos herdeiros diretos da missão confiada à Igreja Primitiva, e chamados a dar continuidade a esse legado.
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