Juvenis

Lição 12 - Bullying II

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PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018

Juvenis: Questões difíceis de nosso tempo

COMENTARISTA: ADRIANO LIMA

COMENTÁRIO: PROF.ª PAULA RENATA SANTOS

LIÇÃO Nº 12 – BULLYING

Esboço da Lição

1. BULLYING, O QUE É ISSO?

3 SOFRO BULLYING, O QUE DEVO FAZER?

Objetivos

Entender que o Bullying é uma forma de violência;

Compreender que o crente não pode aceitar ou praticar o bullying.

Querido (a) professor (a), você recorda de quando tinha 15 anos de idade? Seus dilemas, fragilidades, medo de rejeição, complexos, etc.? É muito importante não menosprezar as dificuldades dos juvenis, nem invalidar seus sentimentos com relação a elas. Nesta faixa etária a identidade ainda está em formação e muito do que não nos incomoda mais na vida adulta, para eles pode ser causa de um enorme sofrimento. Principalmente quando se trata de algo tão grave, quanto ao que vamos tratar na aula do próximo domingo: Bullying.

Erroneamente, muitos adultos não levam este problema a sério, rotulam como meras “brincadeiras” os apelidos maldosos e tantas vezes humilhantes que podem trazer ou reforçar um estigma maligno, que prejudicará alguém por toda sua vida. Alguns chamam a vítima de dramática, frágil, aumentando ainda mais a sua dor e solidão perante a violência. Sim, porque é isto que é o bullying, atos de violência, quer sejam físicos ou psicológicos, portanto, devem ser tratados com a seriedade necessária.

Professor (a), talvez muitos de seus alunos que estejam vivenciando tal prática, como vítima ou mesmo como agressor, não quer se identificar como tal. A negação é um mecanismo de defesa da nossa psique, para não lidarmos com algo muito incômodo ou doloroso. Por isso, interceda para que o Espírito Santo convença os corações, tanto dos que estão sendo vitimizados, como os dos que estão vitimizando. Ambos necessitam, urgentemente de ajuda e cura. Esteja muito atento às declarações de seus alunos no decorrer de toda a aula, para ver se há casos que precisam ser tratados posteriormente, em particular.

Não permita que o tema seja banalizado ou ridicularizado em classe. Para tanto, enfatize que existem inúmeras notícias de crianças e adolescentes que morrem por causa de tal violência todos os dias. E que, por isso, em 2013, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou a proposta que inclui no Código Penal (Decreto-lei 2.848/40) o crime de intimidação vexatória (bullying).

Normalmente a prática é associada ao ambiente escolar, mas não nos enganemos, ela também pode está acontecendo em qualquer outro local, até mesmo em casa ou na igreja. E em algumas ocasiões por parte de pessoas adultas. Infelizmente isto não é incomum e neste caso, pode ser ainda mais difícil para um juvenil identificar a violência psicológica ou mesmo pedir ajuda para lidar com ela.

Note o quão delicado pode ser o cenário. Portanto, ore e prepare-se muito para esta aula, colocando-se sempre a disposição de seus alunos, caso precisem conversar. Também amplie o debate, mencionando todas essas possibilidades, citando exemplos até mesmo de pais, professores e outros adultos em posição de maior poder, que usam de sua autoridade para ridicularizar, estigmatizar, intimidar ou manipular.

Pergunte se eles já presenciaram alguns casos de bullying. Deixem que narrem e preste muita atenção, pois alguns que se sentem constrangidos de contar suas histórias poderão dizer que se trata da experiência de um “amigo” ou “conhecido”.

Explique que como cristãos não podemos nos omitir quando vemos qualquer tipo de injustiça, inclusive as de bullying. Para finalizar peça que leiam juntos os seguintes versículos:

"Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem, e não o faz nisso está pecando" (Tg 4.17).

“Abre a tua boca em favor dos que não podem se defender; sê o protetor dos direitos de todos os desamparados!” (Pv 31.8)

O Senhor lhe abençoe e capacite! Boa aula.

Fonte: http://www.escoladominical.com.br/home/licoes-biblicas/subsidios/juvenis/975-li%C3%A7%C3%A3o-12-bullying.html Acesso em 13 jun. 2018

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