Adultos

Apêndice 2 – A evangelização dos gentios em o Novo Testamento após Atos

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2026

Adultos - A IGREJA DOS GENTIOS: Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos

COMENTARISTA: Wagner Tadeu dos Santos Gaby

COMENTÁRIO: Pr. Caramuru Afonso Francisco

APÊNDICE Nº 2 – A EVANGELIZAÇÃO DOS GENTIOS EM O NOVO TESTAMENTO APÓS ATOS

O período apostólico confirma a consolidação da evangelização aos gentios.

TEXTO ÁUREO

“E, ouvindo estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Na verdade, até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida” (At.11:18)

INTRODUÇÃO

- Em apêndice ao trimestre, analisaremos a evangelização aos gentios nos dias apostólicos depois do período narrado no livro de Atos.

- O período apostólico confirma a consolidação da evangelização aos gentios

I – O MINISTÉRIO DE PAULO APÓS SUA PRIMEIRA PRISÃO EM ROMA

- Neste trimestre, estamos a estudar a segunda parte do livro de Atos, que nos traz um período de cerca de 23 anos, entre o início da pregação aos gentios por crentes anônimos em Antioquia (At.11:20) e os dois anos inteiros em que Paulo ficou aguardando seu julgamento em Roma (At.28:30,31).

- Segundo os cronologistas bíblicos, este período teria se dado entre 41 e 64, ano em que Lucas já escreve o livro de Atos.

- Por isso mesmo, a história do que ocorreu na Igreja depois destes dois anos de prisão de Paulo em Roma até a morte de João, o último dos apóstolos a falecer, não se encontra narrada diretamente em o Novo Testamento.

- Apesar da falta de um registro direto, os fatos ocorridos podem ser, em parte, deduzidos pelos escritos compostos posteriormente, como as epístolas pastorais de Paulo (I e II Timóteo e Tito), muito provavelmente a epístola aos hebreus e os escritos de autoria do apóstolo João (as três epístolas e Apocalipse).

- O trimestre fala da “consolidação do Evangelho entre os povos” e entendemos ser de bom alvitre que, em apêndice, analisemos este período da Igreja a fim de nele ver, realmente, a consolidação da evangelização aos gentios.

- É oportuno verificar que, no livro do Apocalipse, quando o Senhor Jesus escreve as cartas às igrejas da Ásia, que é uma destas fontes para o estudo deste período que iremos analisar, diz que a igreja em Éfeso havia “deixado o primeiro amor” (Ap.2:4) e, por conseguinte, deveria se arrepender e “praticar as primeiras obras” (Ap.2:5).

- Uma interpretação que se dá às sete cartas a estas igrejas é a de que representam elas os diferentes períodos da história da Igreja. A um só tempo, serviriam para mostrar a realidade da Igreja nos dias da aparição de Jesus a João na ilha de Patmos, como também para predizer como se daria o período da Igreja sobre a face da Terra (“as coisas que são” – Ap.1:19).

- Como ensina o pastor Antônio Gilberto (1927-2018): “… O fato de haver outras igrejas na região e terem sido escolhidas apenas estas sete, indica que elas eram representativas do ciclo completo da história da Igreja. As sete cartas falam também de condições espirituais prevalecentes nessas igrejas no tempo de João e que caracterizam a Igreja em todos os tempos. …” (Daniel e Apocalipse. 14. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.81).

- Ou, ainda, o pastor Armando Chaves Cohen (1914-1992): “… As cartas às sete igrejas foram dirigidas a congregações locais, conforme já descrevemos. Nelas temos um quadro profético sobre a Igreja na Terra até a vinda do Senhor. Corresponde este período ÀS COISAS QUE SÃO.…” (Estudos sobre o Apocalipse: um comentário versículo por versículo. 8. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.30).

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 COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

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