ASSEMBLEIA DE DEUS TRADICIONAL NO AMAZONAS
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2026
Jovens: ENTRE A VERDADE E O ENGANO — Combatendo Ideologias e Ensinos que se Opõem à Palavra de Deus
COMENTARISTA: Eduardo Leandro Alves
COMENTÁRIO: PB. ANTONIO VITOR DE LIMA BORBA

LIÇÃO 5 - A FALÁCIA DA TEOLOGIA PROGRESSISTA
O Objetivo deste comentário é contribuir para o preparo de sua aula, e apresentar um subsídio a parte da revista, trazendo um conteúdo extra ao seu estudo. Que Deus nos ajude no decorrer desta maravilhosa lição.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA TEOLOGIA PROGRESSISTA
Quando analisamos o ambiente no qual vivemos, percebemos que o mundo vive em constante mudança influenciada por pensamentos secularizados. É nítido o crescimento de ideias e ideais que procuram transformar o ambiente na qual é aplicado, buscando que várias formas de agir sejam aceitas sem contestação.
A teologia progressista é uma dessas mudanças que visam adulterar o pensamento para ajustar um movimento. Suas bases discorrem de uma ideologia na qual buscar adaptar o verdadeiro evangelho para que este se aproxime dos novos “valores” sociais, visando a inclusão de gênero, sexualidade e libertinagem no meio da igreja.
Segundo o seu pensamento, a teologia progressista vai de encontro ao conservadorismo, buscando que a Bíblia seja adaptada ou que a sua interpretação seja ajustada, a fim de que, segundo seus defensores, seja corrigidas as afrontas dispensadas a públicos considerados como minorias na sociedade atual.
Destarte, para os progressistas quem deve se moldar a eles é as palavras contidas na Bíblia Sagrada, e não o contrário, onde a Palavra de Deus os transforma por inteiro fazendo-os abandonarem às práticas do pecado que os deixa distante de Deus. Daí entendemos a expressão “cristianismo inclusivo”.
VISÃO BÍBLICA SOBRE A VERDADE
Como já adiantamos, o objetivo dos teólogos progressistas é transformar a verdade bíblica em palatável para o pecador, fazendo-a desconstruída para que todos os públicos recebessem um evangelho mais agradáveis aos ouvidos, contudo, que não tem o mesmo valor que aquele nos dispensado por nosso Senhor Jesus Cristo.
Atualizar a Bíblia é desprezar a sua autoridade divina. Sua mensagem é atemporal e sua autoridade ultrapassa as gerações. Ela vem como um instrumento de correção e orientação, para que toda a criatura de Deus seja aperfeiçoada para o encontro com o Noivo. Se relativizarmos as Escrituras, não teremos mais um manual de fé e prática para sermos conduzidos ao céu.
A Bíblia se destaca como um livro dentre os demais, pois seu tema é Cristo, e como o Cristo, Filho do Deus vivo, veio para salvar a humanidade caída e perdida. Toda mensagem que Jesus nos deixou para que seguíssemos o caminho verdadeiro, e pudéssemos ser chamados de filhos de Deus, aponta-nos para a busca pela renúncia e transformação, deixando as coisas velhas para traz (2 Co 5.17).
Por este motivo, não podemos relativizar a mensagem das Escrituras, para que nela encontremos as palavras de vida eterna. Cristo nos chamou para uma nova vida, e não para adaptarmos o céu aos prazeres de uma vida pregressa.
CONSEQUÊNCIAS PARA A FÉ CRISTÃ E A IGREJA
Qual o perigo de ressignificar a Bíblia? Por que a briga pela relativização da sociedade também procura deixar seus rastros na fé cristã? Qual o resultado que devemos esperar se permitirmos que isso aconteça? Essas perguntas devem balizar o nosso sentimento de defesa da fé.
Ressignificar a Bíblia é abrir as portas para uma certa validação do pecado, e uma permissão para que a cruz que devemos carregar seja deixada de lado. Quando pensamos assim, a busca é oferecer algo que agrade ao corpo, mas que acaba continuando matando a alma aos poucos. Nossa fé está firmada em Cristo, sendo confirmada pela mudança visível que apresentamos no dia a dia. Isso deve ser defendido continuamente.
Quando relativizamos tudo, o certo ocupa o papel do errado, e aquilo que está errado vira a fonte de afirmação de que tudo é permitido, e agora tudo eu posso fazer. Esse pensamento perigoso é mais aceitável por aqueles que amam a Deus de boca para fora, mas com seus corações acabam sendo escravos dos seus próprios desejos.
Essas ameaças são a porta de entrada para o fracasso da igreja do Senhor aqui na terra. A igreja não pode permitir que o mundo invada e desconstrua as suas bases, e assim estar cada vez mais distante da centralidade da fé.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PB. ANTONIO VITOR LIMA BORBA