Adultos

Lição 2 - A sutileza da banalização da Graça VI

ASSEMBLEIA DE DEUS NO RIO GRANDE DO NORTE - IEADERN - Congregação Ebenézer - Pólo Setor 24

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2022

Adultos - OS ATAQUES CONTRA A IGREJA DE CRISTO - As sutilezas de Satanás nestes dias que antecedem a volta de Cristo

COMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVES DA COSTA GOMES

COMENTÁRIO: PB. ANTONIO VITOR DE LIMA BORBA

LIÇÃO Nº 2  – A SUTILEZA DA BANALIZAÇÃO DA GRAÇA

O conhecimento bíblico sobre a graça é imprescindível aos crentes, haja vista que a razão pelo qual temos acesso à salvação é a própria graça. Este importante ensinamento muitas vezes enfrenta dificuldades em ser aceito em alguns segmentos que se dizem cristãos devido à falta de compreensão o que graça. Por outro lado, há aqueles que banalizam a graça divina como pretexto para justificarem a conduta pecaminosa e ausente de temor a Deus.

O Objetivo deste comentário é contribuir para o preparo de sua aula, e apresentar um subsídio a parte da revista, trazendo um conteúdo extra ao seu estudo. Que Deus nos ajude no decorrer desta maravilhosa lição.

COMPREENDENDO A GRAÇA

O significado da graça é “favor imerecido concedido por Deus à raça humana. Através da graça, o homem é capacitado a compreender, a aceitar e a usufruir, imediatamente, dos benefícios do Plano da Salvação (Ef 2.8,9). O objetivo da graça é duplo: 1) Salva o homem do pecado; e 2) Restringe a ação deste, levando o homem a viver nas regiões celestiais em Cristo Jesus. A graça, segundo ensina o apóstolo Paulo, é operada mediante a fé”.

Como diz o próprio significado supramencionado, a graça é o favor divino ofertado ao homem sem que esse merecesse ou pudesse fazer algo para recebe-la. Ela é uma bênção que outorga ao homem caído e condenado à morte eterna o livramento e a redenção. Sua origem está em Deus, e foi Ele mesmo quem decidiu agir graciosamente para com o pecador.

Graça é uma atitude benevolente e incondicional em prol de outro e é também a manifestação da essência de Deus assim como Ele é. Quando Ele libera graça, não está ofertando algo que é seu, mas, sim, auto-ofertando-se, pois amor incondicional é o que o constitui em sua essência.

É o amor espontâneo de Deus materializado na obra de salvação operada por Cristo na cruz do calvário. Mesmo sabendo que muitos rejeitariam o seu favor ofertado gratuitamente, Ele decidiu agir com graça, operando no nosso meio e promovendo a salvação a todo aquele que nEle crê (Jo 3.16-18).

Graça é a maneira pela qual Deus se dispões a receber, de braços abertos, o pecador, não obstante sua santidade absoluta e o estado miserável em que se encontra aquele que dele se desviou. É uma bênção ou um favor verdadeiramente imerecido e indevido, que Deus concede em sua soberania […]. Deus não tem nenhuma obrigação de perdoar. Ninguém tem o direito de cobrar tal coisa de Deus. Ele, no entanto, perdoa por causa da graça. A iniciativa é sempre de Deus.

Destaque

Compreender o conceito da “graça” é o primeiro passo para aceita-la conforme a sua finalidade. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, o termo “graça” no Antigo Testamento é “hen”, que significa favor imerecido de um superior em relação ao seu subalterno. Na relação de Deus para com o homem, “hen” é demonstrada por meio das bênçãos temporais, bem como das espirituais e livramentos. No Novo Testamento, a palavra grega “charis” descreve a graça na aparência ou na fala. Significava também a consideração favorável em relação a uma pessoa. Em seu sentido mais específico, a graça manifestada no sacrifício de Jesus produz nova vida no crente que passa a ser conduzido, capacitado e fortalecido.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PB. ANTONIO VITOR LIMA BORBA

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