Lição 3 - A Graça que alcança todas as Nações IV

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ASSEMBLEIA DE DEUS EM MUNDO NOVO - BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2026

Adultos - A IGREJA DOS GENTIOS: Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos

COMENTARISTA: Wagner Tadeu dos Santos Gaby

COMENTÁRIO: PR JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 3 – A GRAÇA QUE ALCANÇA TODAS AS NAÇÕES

INTRODUÇÃO

- Diante de um grave conflito doutrinário sobre a salvação dos gentios, os líderes da Igreja buscaram, com sabedoria e submissão ao Espírito Santo, uma solução que preservasse a doutrina da graça e a unidade do Corpo de Cristo.

I - TEXTO BÍBLICO

Atos 15.1-5,28,29,36-39.

II - O CONCÍLIO ACERCA DA GRAÇA

1. Este concílio ficou marcado na história cristã porque definiu quais seriam as exigências impostas aos gentios para ingressarem na plena comunhão com a igreja de Cristo. A questão foi levantada por um grupo de judeus convertidos ao Cristianismo que entedia ser necessário dar continuidade à observância de preceitos da Lei, mesmo após aceitarem a fé em Jesus. Dentre as práticas que deveriam ser preservadas estava a da circuncisão. No entanto, o entendimento dos apóstolos era de que os gentios foram chamados por Deus para a liberdade cristã. Impor aos gentios práticas que faziam parte da religião judaica não fazia sentido algum. Por essa razão, o Concílio foi de fundamental importância para que o Evangelho continuasse a ser pregado entre os gentios.

2. Ao final do Concílio, foram acordadas as exigências impostas ao gentios recém-convertidos. Como frisa o Dicionário Bíblico Beacon (CPAD), “somente quatro restrições foram colocadas para os gentios cristãos (v.20). Eles deveriam se abster das contaminações dos ídolos, isto é, das coisas oferecidas aos ídolos (cf. v.29; 21.25) — e da prostituição, do que é sufocado e do sangue. A primeira destas restrições se referia a uma preocupação real da Igreja Primitiva, da qual Paulo tratou em toda a sua extensão (1Co 8.1-10; 10.19). Os animais eram sacrificados aos deuses pagãos e depois a sua carne era vendida nos mercados. Alguns entenderam que, de acordo com a decisão do concílio, os gentios convertidos eram proibidos de comer esta carne conscientemente, e que Paulo adotou a mesma posição. A prostituição era um pecado extremamente comum entre os pagãos, e praticado muitas vezes como parte do seu culto. Os judeus se orgulhavam dos seus elevados padrões morais e a igreja, naturalmente, tinha toda razão de fazer esta exigência aos seus membros. Comer o que era sufocado era evidentemente proibido principalmente porque o sangue não era retirado da carne. Portanto, esta exigência estava muito ligada à quarta proibição de comer sangue. Este mandamento vem desde o tempo de Noé, quando os homens tiveram a primeira permissão de comer os animais (Gn 9.4), e foi repetido na lei mosaica (Lv 3.17; 7.26; 17.10,14; 19.26)” (2006, p.322).

3. Uma vez acordada a decisão em relação aos gentios, importava agora que estes vivessem uma vida sossegada e temente a Deus. O Senhor nos chama para viver na mesma liberdade do Espírito, adorando em servindo a Deus por meio dos dons espirituais e ministeriais, a fim de que o Evangelho continue a ser proclamado até os confins da Terra.

III - DISCUSSÃO DOUTRINÁRIA

1. O relatório missionário. A questão doutrinária que se tornou objeto de discussão no Concílio de Jerusalém, abordada no capítulo 15 de Atos dos Apóstolos, teve seu início na igreja de Antioquia. Ela começou quando Paulo e Barnabé apresentaram à igreja de Antioquia um relatório sobre a Primeira Viagem Missionária que haviam realizado. Nesse relatório, os missionários narraram o que Deus havia feito entre os gentios e como estes aceitaram a fé (At 14.27). O relatório deixa implícito que a salvação dos gentios ocorreu inteiramente pela graça de Deus, sem que nenhuma exigência da Lei, como a circuncisão, fosse imposta a eles. Tanto Paulo quanto Barnabé viam a ação de Deus — manifestada por meio de milagres extraordinários entre os gentios — como um sinal de sua aprovação, demonstrando que nenhuma outra exigência, além da fé em Jesus, era necessária para a salvação. Em outras palavras, a salvação é um dom de Deus, concedido inteiramente por sua graça.

2. O legalismo judaizante. Lucas mostra que um grupo de judaizantes se sentiu incomodado com o relatório dos missionários (At 15.1). Esse grupo, composto por fariseus supostamente convertidos à fé, que haviam vindo de Jerusalém para Antioquia, se opôs ao ingresso de gentios na Igreja sem que estes, antes, cumprissem as exigências da Lei. Houve, portanto, um confronto entre esse grupo judaizante e os missionários Paulo e Barnabé. A questão tomou grandes proporções, correndo o risco até mesmo de dividir a igreja em Antioquia, o que exigia uma resposta rápida por parte da liderança. Contudo, por se tratar de um tema complexo e de amplo alcance, a igreja de Antioquia considerou adequado remeter a questão para Jerusalém, a igreja-mãe, onde o assunto seria analisado e amplamente discutido pelos apóstolos e presbíteros (At 15.2).

OBS: “A LEI E A GRAÇA - Quando judaizantes queriam sobrecarregar os gentios com o sistema mosaico, Pedro protestou (At 15.10). Poderia ter mencionado a libertação de muitos gentios dos tremendos fardos impostos pelos sacerdotes pagãos. E que não deveriam ser submetidos de novo a sistemas de exigências para ‘merecerem a salvação’. [...] Há ocasiões em que pregar a Lei é necessário, para levar os ouvintes à convicção de pecados. Porém, antes de tudo, o Evangelho é o oferecimento da livre graça de Deus. O Evangelho não aceita o conceito de um Deus sem misericórdia. Um Deus que exige rituais, flagelações e boas obras mediante as quais seja gracioso para conosco. Não. Deus já revela sua natureza de graça e misericórdia. E quer nos justificar, de tal modo que sirvamos a Ele sem medo de perder a salvação. A Lei diz: ‘Faça isso, e viverá’. O Evangelho diz: ‘Receba a vida, e faça’. A Lei diz: ‘Pague!’. O Evangelho diz: ‘Está pago!’.” (PEARLMAN, Myer. Atos: Estudo do Livro de Atos e o Crescimento da Igreja Primitiva. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, pp.171,172).

IV - A DOUTRINA DA GRAÇA EM DEBATE

1. Uma questão crucial. A questão gentílica chegou a Jerusalém para ser tratada. Contudo, judaizantes, que ali se encontravam, deixaram claro que a igreja deveria circuncidar os gentios convertidos e ordenar que eles “guardassem a lei de Moisés” (At 15.5). No entendimento desse grupo, sem a observância da Lei, ninguém podia se salvar. Pedro é o primeiro a ver a gravidade da questão e percebe que ela não pode ser tratada de forma subjetiva. A questão deveria ser tratada com a objetividade que o caso exigia, e a experiência da salvação dos gentios em Cesareia, ocorrida anos antes, deveria servir de parâmetro (At 10.1-46). Pedro, então, evoca a experiência pentecostal gentílica como prova da aceitação deles por Deus: “E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós” (At 15.8).

OBS: “A IMPORTÂNCIA DA CIRCUNCISÃO - A circuncisão era uma das práticas mais importantes do judaísmo, era central para a identidade judaica. Outras alianças tinham sinais diferentes (por exemplo, o arco no céu, Gn 9.12,13,17), mas a circuncisão colocava a marca da aliança na própria carne da pessoa (17.11,13). A centralidade da circuncisão na vida judaica regular antes de Adriano pode ser exemplificada na reunião de convidados nas noites entre o nascimento de um menino e sua circuncisão no oitavo dia de vida. Uma obra pré-cristã opinava que a falha de alguns judeus — ‘filhos de Belial’ — em circuncidar seus filhos traria a ira sobre toda Israel por apostasia (Jub. 15.33,34). [...] O preço pago por Israel para manter a circuncisão poderia tornar o povo judeu muito mais leal a ela. Israel enfrentou o ridículo por causa dessa marca, razão pela qual alguns judeus tentavam apagá-la. Algumas mulheres tiveram de enfrentar a morte para circuncidar seus filhos; um opressor atirou-as do muro da cidade. Como a circuncisão era o sinal da aliança de Abraão, podia, pela justaposição com Êxodo 4.22,23 e com 4.24-26, ser relacionada com a redenção. Por isso, mais tarde, os rabinos falavam do mérito envolvido na circuncisão.” (KEENER, Craig S. Comentário Exegético Atos: Capítulos 15.1 a 23.35. Rio de Janeiro: CPAD, 2024, p.2623).

2. A experiência do Pentecostes na fé dos gentios. O derramamento do Espírito sobre os gentios, anos antes, em Cesareia, na casa de Cornélio (At 10), havia sido uma experiência objetiva, física e observável por todos os presentes ali (At 10.44-46; At 2.4). Pedro espera que seu argumento seja aceito da mesma forma que fora aceito, anos antes, pelos judeus que haviam questionado a salvação dos gentios de Cesareia. Convém lembrar que esse mesmo argumento de Pedro já havia sido usado pelo apóstolo Paulo por ocasião de seu debate com os crentes da Galácia. Da mesma forma, ali, Paulo deixou claro que o recebimento do Espírito era um fato observável e que todos, portanto, tinham consciência de que o haviam recebido (Gl 3.5).

3. A fundamentação profética da fé gentílica. Enquanto Pedro recorreu à experiência do Pentecostes como sinal de validação da fé gentílica. Por outro lado, Tiago, o irmão do Senhor Jesus, recorre às profecias para fundamentar sua defesa da aceitação dos gentios na Igreja. Para ele, a inclusão dos gentios na igreja estava predita nos profetas: “E com isto concordam as palavras dos profetas” (At 15.15). A aceitação dos gentios na Igreja não era uma inovação sem respaldo nas Escrituras. Pelo contrário, Deus já havia mostrado aos antigos profetas que os gentios também fariam parte de seu povo. Esse era um favor divino, fruto de sua graça, e que nada mais precisava ser acrescentado.

V - A DEFESA DA GRAÇA

1. O Espírito Santo na Reunião. É digno de nota o papel atribuído ao Espírito Santo na tomada de decisões da Igreja: “[...] pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (At 15.28). O Espírito Santo não era apenas visto como uma doutrina na Igreja, mas como uma pessoa com participação ativa nela. Esse texto faz um paralelo com Atos 5.32, onde também se destaca a participação ativa do Espírito Santo na vida da Igreja: “E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem” (v.32).

OBS: ARGUMENTO PNEUMATOLÓGICO E GRAÇA - “PARECEU BEM AO ESPÍRITO SANTO - O Espírito Santo dirigiu aqueles que participaram do Concílio de Jerusalém a tomarem as decisões certas. Jesus prometeu que o Espírito os guiaria em toda a verdade (Jo 16.13). As decisões da igreja não devem ser tomadas apenas pelos seres humanos. Os líderes devem buscar e aceitar a direção do Espírito através da oração, do jejum e da devoção à Palavra de Deus até que possam discernir claramente a sua vontade (cf. 13.2-4). A igreja, se quiser ser verdadeiramente leal a Cristo, deve ouvir o que o Espírito lhe diz (cf. Ap 2.7).” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global, edita pela CPAD, p.1973.

2. A ação orientadora do Espírito Santo na Reunião. O texto de Atos 15.28 não nos diz como era feita a orientação do Espírito na primeira Igreja; contudo, a observação feita por Lucas, de que Judas e Silas “eram profetas” (At 15.32) e que eles fizeram parte da comissão que levou a carta com a decisão tomada pela Assembleia, indica que o Espírito Santo se manifestava na Igreja por meio de seus dons (cf. At 13.1-4). Isso explica por que as coisas funcionavam na primeira Igreja. Esse era o padrão da Igreja Primitiva e deve ser também o padrão na Igreja de hoje.

3. O parecer final. Depois dos intensos debates , o parecer da Assembleia foi de que os gentios deveriam se abster “das coisas sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação” (At 15.29). Fica óbvio que a Igreja procurou resolver a questão mantendo-se rigorosamente fiel à doutrina da salvação pela graça, isto é, sem os elementos do legalismo judaico, mas evitando os extremos de rejeitar os irmãos judeus que também compartilhavam da mesma fé. O legalismo deveria ser rejeitado, os crentes judeus, não. Assim, ficou demonstrado que os gentios eram salvos pela graça, mas deveriam impor alguns limites à sua liberdade cristã, a fim de que o convívio com seus irmãos judeus não fosse conflituoso.

OBS: A GRAÇA QUE RESPEITA - “Em seguida, vem o âmago da mensagem. Pareceu bem — edoxe, cf. 22,25 — ao Espírito Santo e a nós (28). Dessa forma, os apóstolos e os anciãos estavam expressando sua convicção da presença da divina autoridade na decisão que haviam tomado. Pedro e João lembraram a promessa de Jesus aos discípulos: ‘Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade’ (Jo 16.13). Eles haviam recebido o Espírito Santo no Pentecostes e agora podiam afirmar ter recebido a orientação divina. A decisão era não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias — as coisas necessárias para evitar ofender seus irmãos judeus em Cristo. Lumby entende dessa maneira: ‘Enquanto eles (em Jerusalém), seguindo a sugestão do Espírito, estavam deixando de lado seus arraigados preconceitos contra qualquer relação com os gentios, afirmavam que os gentios, por sua vez, deveriam considerar carinhosamente os escrúpulos dos judeus.’” (Comentário Bíblico Beacon: João a Atos. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, pp.324,325).

VI - A DISPONIBILIDADE DA GRAÇA

- Em Cristo não há barreiras étnicas, culturais ou religiosas. A graça de Deus está disponível a todo aquele que crer no sacrifício de Jesus Cristo e o reconhece como seu único e suficiente Salvador (Ef 2.8). Esta verdade é endossada pelo apóstolo Paulo na Carta Pastoral escrita a Timóteo, quando afirma que a vontade de Deus é que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2.4). Desse modo, a graça de Deus é abrangente a todos os povos, sem que haja exceção. Outrossim, a compreensão desta doutrina requer a renúncia, sem hesitar, a qualquer forma de preconceito étnico-religioso. Isso significa que em Cristo não há judeu nem grego, mas todos são chamados a fazer parte de um só Corpo (Gl 3.28). Logo, as barreiras que impediam a experiência da salvação já não existem mais, porquanto, Jesus as derribou por intermédio de seu sacrifício na cruz do Calvário (Ef 2.14,15). Essa mesma graça é aquela que alcança, convence e converte, mas não se trata de uma proposta que não pode ser rejeitada, como afirmam alguns teólogos. A graça existe para revelar o amor de Deus que chama todos ao arrependimento. Ele entregou o seu Filho Unigênito a fim de que todo aquele que nEle crer não pereça, mas prove da vida eterna (Jo 3.16). Ocorre que nem todos aceitam recebê-la, semelhante ao que fizeram os do seu próprio povo (Jo 1.11,12). Mas a todos quantos O receberam Deus lhes concede o privilégio de se tornarem filhos de Deus, aos que creem no seu nome (v.12). Uma definição mais especifica do Dicionário Vine (CPAD) discorre que a graça é “por parte do doador, a disposição graciosa ou amigável da qual procede o ato benevolente, graciosidade, ternura, clemência, a boa vontade em geral (At 7.10); especialmente com referência ao favor divino ou ‘graça’ (At 14.26); sob este aspecto, há ênfase em sua liberdade e universalidade, seu caráter espontâneo, como no caso da misericórdia redentora de Deus, e o prazer ou alegria que Ele designa para o recipiente; desta forma, é posto em contraste com a dívida (Rm 4.4,16), com obras (Rm 11.6), e com lei (Jo 1.17)” (2002, pp.679,680). Em outras palavras, Deus, em sua soberania, decidiu por vontade própria, oferecer o perdão da dívida àqueles que não têm as mínimas condições de quitar; ou mesmo suspender em juízo a condenação que deveriam receber, conforme a Lei, àqueles que mereciam em razão dos muitos delitos que praticaram. Portanto, a graça não é apenas um favor imerecido, mas, sobretudo, a manifestação espontânea do amor de Deus quando ainda éramos pecadores (Rm 5.8). Estávamos mortos em nossos pecados e Ele nos ofereceu nova chance de termos vida. A graça de Deus tem se manifestado, trazendo salvação a todos os homens (Tt 2.11).

OBS: “A LIBERDADE CRISTÃ. Agostinho, grande estudioso da igreja antiga, disse certa vez: ‘Ame a Deus e faça o que quiser’. À primeira vista, esta declaração parece um pouco arriscada. Mas pensando bem, quem ama a Deus não vai querer desagradá-lo mediante a desobediência à sua Palavra. Aquele que verdadeiramente ama a Deus está livre da Lei e vive sob sua graça. Sua nova natureza espiritual não desejará fazer nada contrário à vontade revelada de Deus. Existem leis civis hoje em dia para punir mães que tratam com crueldade aos seus filhos. Há, porém, milhares de mães que desconhecem tais leis e tratam seus filhos com bondade. Explicação: já têm a lei do amor maternal escrita nas suas consciências. Quem foi transformado pela graça tem a lei de Deus escrita no seu coração (Jr 31.33). E, com grande alegria, faz aquilo que é certo.” (PEARLMAN, Myer. Atos: Estudo do Livro de Atos e o Crescimento da Igreja Primitiva. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.172).

CONCLUSÃO

- Contudo, vimos que a Igreja sempre será desafiada a enfrentar os problemas que surgem em seu meio. No capítulo 6 de Atos, vimos como ela resolveu um conflito de natureza social, provocado por reclamações de crentes helenistas (hebreus de fala grega). Aqui, o problema foi de natureza doutrinária: uma questão melindrosa que requeria muita habilidade por parte da liderança para ser resolvida. Graças ao parecer de uma liderança sábia e orientada pelo Espírito Santo, a Igreja tomou a decisão certa. A unidade da Igreja foi preservada e Deus foi glorificado.

Bibliografia - Bíblia de Estudo Gesiel Gomes

- Bíblia Cronológica

- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa

- Apontamentos Teológicos do autor

- https://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2017/2017-02-05.htm

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Comentário: Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Mundo Novo-Ba. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior - Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC – Pós-Graduando em História, Membro da academia Pré-Militar (ACPMB) – Pós-Graduando Ciências da Religião (Famart) – Pós-Graduado em Filosofia, Teologia e História (Facudade KENNEDY) - Juiz de Paz (CONAJ), Graduando História (Facuminas), Formação da Alfabetização da Língua Grega (Koiné), DIRETOR do CTEC VIDA CRISTÃ (Centro Teológico de Educação e Cultura), – Autor da Revista de Estudo Bíblico acerca de João Batista – Autor da Revista acerca de Absalão, Autor dos Livros: 1000 Esboços Bíblico para Sermões, Evidências Reais do Apocalípse - Escatologia Bíblica Panorâmica, A ação do Espírito Santo de Gênesis a Apocalipse - Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba. Fundador do canal Ministério da Escrita. Aproveite e estude cursos gratuitos no CTECVIDACRISTA.COM e comentários anteriores das Lições Bíblicas EBD. Ver outros comentários (anteriores) do trimestre em vigor no Site: www.portalebd.org

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA