Adultos

Lição 9 - Jacó e Esaú: irmãos em conflito IV

ASSEMBLEIA DE DEUS EM MUNDO NOVO - BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2025

Adultos - HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NÃO ERA DIGNO: O legado de Abraão, Isaque e Jacó

COMENTARISTA: Elinaldo Renovato de Lima

COMENTÁRIO: PR JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 9 – JACÓ E ESAÚ, IRMÃOS EM CONFLITO

INTRODUÇÃO

- Isaque teve dois filhos gêmeos. Esaú tinha uma inclinação para o campo, para vida pastoril e também para a caça. Jacó, ao contrário, pelo seu temperamento e por sua personalidade, voltou-se para vida doméstica. Logo revelou ter um caráter oportunista e usurpador, que o levou a enganar o pai com apoio da mãe. As consequências foram duras em sua vida. O que plantou, colheu com grande sofrimento. Mas a misericórdia de Deus o alcançou e o Senhor o escolheu para ser o pai das doze tribos de Israel.

I - TEXTO BÍBLICO

Gênesis 27.1-5,41-44.

II - CONTEXTO HISTÓRICO

- A história dos filhos gêmeos de Isaque — Esaú e Jacó — é um exemplo clássico de que a predileção dos pais na criação dos filhos traz dissenções familiares, traumas emocionais e transtornos de personalidade que têm início na infância e podem afetar as relações na vida adulta. A criação dos filhos no caminho do Senhor deve ser marcada pelo aprendizado dos princípios e valores bíblicos que moldam a maneira de pensar, interpretar a realidade e se comportar (Ef 6.1-4). Esse processo se dá pela instrução, diálogo e, sobretudo, pelo exemplo dos pais nas relações familiares. No contexto da casa de Isaque, a formação do caráter dos filhos foi afetada pela má condução dos pais na educação a começar pela predileção em relação aos filhos. Depois, pela ousadia de Rebeca em enganar seu esposo para privilegiar um dos meninos. Como se não bastasse, o filho mais novo engana o pai e o irmão mais velho para roubar a bênção relacionada à primogenitura. E nesse contexto, temos um filho mais velho que sequer compreendia a importância do direito à primogenitura e resolve trocá-lo por uma refeição, pensando apenas em satisfazer a sua necessidade carnal imediata. Esse ato lhe custaria muito caro, pois no dia acordado pelo pai em que Esaú deveria receber a bênção patriarcal, o trágico aconteceu. Seu irmão mais novo se antecipa e rouba-lhe a bênção. Conforme discorre o Comentário Bíblico Beacon (CPAD), “A parcialidade parental de um filho acima do outro por pai e mãe (Gn 25.28) conduziria a um desarranjo de entendimento entre eles. Isaque ignorava Rebeca e ela foi incapaz de falar com ele sobre seu erro. [...] A bênção patriarcal era uma forma de última vontade e testamento. Bênçãos orais eram consideradas tão irrevogáveis para todas as partes como um contrato escrito. Isaque desejou que a prosperidade para o filho brotasse da riqueza da terra, mas também lhe deu o domínio sobre as outras nações (v.29), como também sobre a própria família. O recebedor da bênção seria protegido pela justiça divina; quem tivesse contato com ele receberia maldição por amaldiçoá-lo e bênção por ser gracioso com ele. Quando a bênção foi dada, Jacó saiu da tenda” (pp.83,84).

- Os erros em sequência acarretariam um futuro difícil para toda a família. A mãe não veria mais a face de seu filho predileto. Os irmãos passariam longos dias distantes um do outro, inclusive, o mais velho desejando a morte do mais novo. Essa história ensina preciosas lições à família cristã. Entre elas, que os filhos não podem ser tratados com privilégios. Entre os pais não pode haver mentiras, pois eles são o exemplo para os filhos sobre como viver uma relação saudável. A família que serve ao Senhor e obedece aos seus ensinamentos é grandemente abençoada.

OBS: ARGUMENTO BIBLIOLÓGICO -* “Abraão, Isaque e Jacó estão entre as mais importantes pessoas do Antigo Testamento. Isto não se deve ao seu caráter pessoal, mas ao caráter de Deus. Eles foram homens que conquistaram o respeito relutante e até mesmo o medo de seus colegas. Eram ricos e poderosos, e ainda assim, os três foram capazes de mentir, enganar e agir com egoísmo. Eles não eram os heróis perfeitos que poderíamos ter esperado; em vez disso, eram exatamente como nós; tentavam agradar a Deus, mas não conseguiram” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. RJ: CPAD, p.56).

III - DEUS ESCOLHE PESSOAS PARA CUMPRIR OS SEUS DESIGNIOS

- Quem era Jacó:

1. O filho mais novo de Isaque.* Seu nome, em hebraico, é Yakoov e significa “Deus protege”. Ele integra a lista dos três patriarcas hebreus, que marcaram a história de Israel: Abraão, Isaque e Jacó. Sua história foi pontilhada de episódios dramáticos desde o seu nascimento. Deus ouviu as orações de Isaque, pois Rebeca era estéril (Gn 25.21). O texto diz que, no ventre, havia uma luta entre os bebês (Gn 25.22). Jacó nasceu agarrado ao calcanhar do seu irmão. Diante disso, o seu nome passou a ter o significado de “aquele que segura pelo calcanhar” ou “suplantador”.

OBS: ARGUMENTO BIBLIOLÓGICO - “PRIMOGÊNITO - O primeiro filho nascido de um casal. No AT, refere-se mais comumente ao primeiro filho do sexo masculino, a quem eram concedidos privilégios especiais. O AT descreve alguns dos privilégios associados a ser o filho primogênito: ele receberia a porção dobrada da herança (privilégio codificado na Lei em Dt 21.17), a bênção paterna (Gn 27; 48.17-19) e outros exemplos de favoritismo (e.g., Gn 43.33). A importância atribuída ao primogênito também é atestada na exigência legislativa de que o primogênito — pessoas, animais e produtos — pertença a Jeová (Lv 27.26; Dt 15.19; e acerca de pessoas, veja Nm 3.12,13), enfatizando, assim, a sua primazia sobre Israel. A linguagem ‘primogênito’ também é usada figurativamente no AT. É usada para indicar Israel como o primogênito de Jeová em Êxodo 4.22,23, onde o fato de Faraó não ter libertado os primogênitos, destacando o favor especial que Ele desfrutaria. A linguagem ‘primogênito’ também pode ser usada figurativamente para descrever qualquer coisa que receba uma parte maior, como ‘o primogênito da morte’ em Jó 18.13 e ‘os primogênitos dos pobres’ em Isaías 14.30. Um tanto quanto surpreendente, o Senhor não adere ao significado de primogenitura, pois muitas vezes concede o seu favor a quem não era primogênito: Abel acima de Caim, Isaque acima de Ismael, Jacó acima de Esaú, José e Judá acima de Rúben, Efraim acima de Manassés, Moisés acima de Arão, Davi acima dos seus irmãos e Salomão acima de Adonias. O NT pressupõe um conhecimento do significado de primogênito. Jesus é especificamente identificado como o primogênito de Maria (Lc 2.7,23). A descrição, no entanto, vai além de meras noções de primogenitura humana, quando Jesus é descrito como ‘o primogênito de toda a criação’ (Cl 1.15) e ‘o primogênito dentre os mortos’ (Cl 1.18; cf. Ap 1.5). Essas expressões, em consonância com o uso figurado da linguagem ‘primogênito’ no AT, expressam o lugar privilegiado de Jesus tanto na criação quanto na nova criação.” (Dicionário Bíblico Baker. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, pp.403,404).

2. O preferido de sua mãe.* Isaque tinha preferência por Esaú, por que gostava da caça. Mas Rebeca amava mais Jacó, por ser “varão simples, habitando em tendas” (Gn 25.27,28). Quando Isaque quis dar a bênção a Esaú, o primogênito (Gn 27.1-5), Rebeca, numa demonstração clara do seu caráter astucioso, chamou Jacó e o induziu a enganar seu pai (Gn 27.11,12,14,15). Enganado, Isaque abençoou Jacó (Gn 27.27-29). Ao retornar da caça, Esaú descobriu que seu irmão tomara sua bênção. Desesperado, recebeu do pai uma bênção menor (Gn 27.39,40). Cheio de ódio, planejou matar seu irmão (Gn 27.41). Jacó teve que fugir ameaçado por Esaú. Isaque percebeu que Deus tinha um plano na vida de Jacó, e o despediu com uma bênção profética de grande significado (Gn 28.1-4).

OBS: ARGUMENTO BIBLIOLÓGICO - “Jacó fazia tudo, o certo e o errado, com grande zelo. Ele enganou seu próprio irmão Esaú, e seu pai, Isaque. Ele lutou com Deus, e trabalhou catorze anos para se casar com a mulher que amava. Por intermédio de Jacó, aprendemos como um forte líder pode, também, ser um servo. Também vemos como ações erradas sempre voltam para nos perturbar. Depois de enganar Esaú, Jacó correu para salvar sua vida, viajando mais de 640 quilômetros até Harã, onde vivia seu tio, Labão. Pelo caminho, ele recebeu uma mensagem do Senhor, em um sonho, e deu a esse lugar o nome de Betel. Em Harã, Jacó se casou e iniciou uma família” (Extraído de Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. RJ: CPAD, p.58).

3. O preferido de Deus. A escolha de Jacó é um caso especial de presciência divina face aos desígnios de Deus. Deus não tem filhos privilegiados, nem escolhe uns para a salvação e outros para a condenação, pois tal atitude contrariaria frontalmente o seu caráter santo, justo e bom. Seria uma terrível discriminação por parte de Deus que condena quem faz acepção de pessoas (Tg 2.9; 1Pe 1.17). Mas, em sua soberania, em casos especiais, Ele escolhe pessoas para serem instrumentos de sua vontade diretiva. Jacó foi um desses escolhidos, ainda no ventre (Rm 9.9-13).

OBS: ARGUMENTO BIBLIOLÓGICO - Jacó “Era o terceiro no plano de Deus para iniciar uma nação descendente de Abraão. O sucesso deste plano se deu mais ‘apesar de’ do que ‘em razão’ da vida de Jacó. Antes de Jacó nascer, Deus prometera que seu plano se desenvolveria através dele, e não de seu irmão gêmeo, Esaú. Embora os métodos de Jacó nem sempre fossem respeitáveis, suas habilidades, determinação e paciência tinham de ser reconhecidas. Ao acompanharmos sua vida desde o nascimento até à morte, vemos a mão de Deus trabalhando”. Para conhecer mais leia, Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p.46.

IV - CONTEXTO HISTÓRICO DE ESAÚ

1 - Quem foi Esaú na Bíblia? - Esaú foi o filho primogênito de Isaque e Rebeca, e irmão gêmeo de Jacó. É importante entender quem foi Esaú para que possamos compreender uma parte fundamental da origem do povo de Israel. Não é possível afirmar com exatidão o significado do nome Esaú. A Bíblia diz que na ocasião de seu nascimento foi lhe dado esse nome por conta de seu corpo peludo: “E saiu o primeiro ruivo e todo como um vestido de pelo; por isso chamaram o seu nome Esaú” (Gn25:25). Assim, é possível que esse nome esteja relacionado a essa sua característica, porém a conexão entre as palavras se’ar, “peludo”, e ‘esaw, “Esaú”, não é clara. Alguns eruditos estendem esse significado no sentido de expressar uma implicação relacionada à “natureza animalesca”. Ele aparece na Bíblia pela primeira vez no capítulo 25 do livro de Gênesis, onde é descrita a genealogia de Isaque.

2 - O nascimento de Esaú

- Rebeca era estéril, mas num determinado momento Deus lhe abriu a madre e ela engravidou de gêmeos. Os gêmeos Esaú e Jacó lutavam dentro de seu ventre. A expressão original no hebraico em Gênesis diz literalmente que eles esmagavam um ao outro. Devido a isso, Rebeca orou a Deus perguntando o porquê de estar ocorrendo aquilo em seu ventre. Deus então lhe respondeu que ela estava carregando duas nações, e lhe falou, inclusive, sobre as implicações históricas do nascimento de seus filhos, deixando claro que o mais velho serviria o mais jovem (Gn 25:23-26). Quando se deu a ocasião do nascimento dos meninos, o primeiro a nascer foi Esaú, porém Jacó estava agarrado em seu calcanhar (Gn 25:24-26).

3 - Esaú era o preferido de Isaque

- Esaú era o filho preferido de Isaque. Ele era um habilidoso caçador, que vivia percorrendo os campos. Sua personalidade contrasta drasticamente com seu irmão Jacó, já que esse é descrito como alguém calmo e que vivia entre as tendas. A Bíblia diz que Isaque gostava muito de comer das caças que seu filho lhe trazia. Talvez pelo favoritismo do pai por um dos filhos, e a brecha que tal comportamento causava no convívio familiar, Rebeca, a mãe, amava mais a Jacó (Gn 25:28-30).

4 - Esaú vende o direito de primogenitura

- A Bíblia descreve que Esaú havia chegado do campo exausto e com muita fome, e Jacó tinha preparado um guisado, um ensopado vermelho. A expressão hebraica para descrever esse ensopado, ha’adom, é literalmente “matéria vermelha”. Nesse contexto, o nome Edom, que caracterizaria os descendentes de Esaú, derivou do hebraico ‘adom, “ser vermelho”. Quando Esaú pediu para comer do guisado, seu irmão explorou sua miséria e lhe propôs a venda de sua primogenitura. O primogênito detinha a posição de honra dentro da unidade familiar, desfrutando de um status privilegiado e assumindo a responsabilidade de ser o protetor e líder da família. O primogênito tinha direito a receber uma porção dobrada da herança paterna. Além de todos esses aspectos, por se tratar da família de Abraão, devemos nos lembrar de que ali também havia a questão da herança do pacto abraâmico. Ao desprezar sua primogenitura, Esaú também mostrou desprezo pelas bênçãos da Aliança e pelas promessas de Deus.

5 - Esaú e a benção de Isaque

- Na ocasião em que Isaque iria dar sua benção, Rebeca agiu com muita astucia e arquitetou um plano para que Jacó recebesse tal benção no lugar de irmão (Gn 27:1-10). Quando Esaú voltou do campo e trouxe a seu pai um prato feito com sua caça que tanto lhe agradava, Isaque percebeu que havia sido enganado, e lhe contou que ele acabara de perder sua benção. Esaú ficou profundamente entristecido com o que houve, implorou ao pai que lhe desse uma benção e culpou Jacó por toda aquela situação (Gn 27:34,36). Todavia, a benção que foi dada a Jacó não poderia ser revertida. O escritor do livro de Hebreus depois enfatizou que Esaú foi incapaz de se arrepender verdadeiramente (Hb 12:16,17). Esaú também prometeu matar seu irmão Jacó (Gn 27:41). Esaú se casou com duas esposas hetéias, e isso desagradou seus pais. Então ele tentou amenizar essa situação casando-se com uma descendente de Ismael na terra de Seir (Gn 28:6,9). Nessa mesma região Esaú fixou residência (Gn 36:8).

6 - Esaú reencontra Jacó

- Anos mais tarde, quando Jacó retornou da Mesopotâmia, os irmãos se reencontraram numa cena comovente. Jacó temia pelo momento do reencontro, e por isso pediu a Deus que aplacasse a ira de Esaú. No momento do encontro, Esaú estava liderando 400 homens armados, mas demonstrou afeto e misericórdia abraçando e perdoando seu irmão (Gn 33:3-21). Apesar de Esaú ter sido cordial, Jacó ainda desconfiava da genuinidade de seu perdão, mas, de fato, Esaú não desejava mais se vingar. Os irmãos se encontraram mais uma vez por ocasião do sepultamento de Isaque (Gn 35:29).

7 - Os descendentes de Esaú

- Os descendentes de Esaú foram os edomitas. Se os ânimos tinham se acalmado entre Esaú e Jacó, o mesmo não pode ser dito de seus descendentes. O povo de Israel e o povo de Edom sempre estiveram travando intensas disputas e batalhas (Nm 20:18-21; 1Rs 11:14s; Sl 137:7). Ambos os povos se odiaram e se desprezaram mutuamente, numa continua luta fratricida. O auge dessa tensão ocorreu entre o reinado de Davi e estendeu-se até o período posterior ao cativeiro babilônico. Nada se sabe sobre o restante da vida de Esaú. Posteriormente seu nome é mencionado em Deuteronômio (2:3-29), no livro de Josué (Js 24:4), em uma lista genealógica (1Cr 1:34,35) e nas profecias dos profetas Jeremias, Obadias e Malaquias (Jr 49:7-10; Ob 1:6-21; Ml 1:2,3). No Novo Testamento, Esaú aparece na exposição sobre o profundo significado teológico de sua rejeição e da eleição de Jacó pela soberana escolha de Deus (Rm 9; Hb 12:16s). Daniel Conegero Daniel Conegero - https://estiloadoracao.com/quem-foi-esau/

CONCLUSÃO

“HOMENS QUE CONQUISTARAM O RESPEITO - Abraão, Isaque e Jacó estão entre as mais importantes pessoas do Antigo Testamento. Isto não se deve ao seu caráter pessoal, mas ao caráter de Deus. Eles foram homens que conquistaram o respeito relutante e até mesmo o medo de seus colegas. Eram ricos e poderosos, e ainda assim, os três foram capazes de mentir, enganar e agir com egoísmo. Eles não eram os heróis perfeitos que poderíamos ter esperado; em vez disso, eram exatamente como nós; tentavam agradar a Deus, mas não conseguiram. O sucesso dos planos de Jacó aconteceu, apesar da vida de Jacó, e não devido à vida dele. Antes do nascimento de Jacó, Deus prometeu que seu plano seria realizado por intermédio de Jacó, e não de seu irmão gêmeo, Esaú. Embora os métodos de Jacó nem sempre fossem respeitáveis, sua habilidade, determinação paciência têm que ser admiradas.” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p.56).

Bibliografia - Bíblia de Estudo Gesiel Gomes

- Bíblia Cronológica

- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa

- Apontamentos Teológicos do autor

- https://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2017/2017-02-05.htm

- LIÇÕES BÍBLICAS CPAD - ADULTOS - 2º Trimestre de 2017 - Título: O Caráter do Cristão — Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro -

Comentarista: Elinaldo Renovato - Lição 5: Jacó, um exemplo de um caráter restaurado - Data: 30 de Abril de 2017

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