Lição 5 - O juízo contra Sodoma e Gomorra III

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ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2025

Adultos - HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NÃO ERA DIGNO: O legado de Abraão, Isaque e Jacó

COMENTARISTA: Elinaldo Renovato de Lima

COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

LIÇÃO Nº 5 – O JUÍZO CONTRA SODOMA E GOMORRA

Texto: Gênesis 18.23-32.

Introdução: Deus é misericordioso e dá tempo para o arrependimento, mas, quando o homem não quer, seu juízo é sem misericórdia.

I. OS ANJOS VISITAM ABRAÃO

1. Abraão recebe a visita dos anjos do Senhor.

1.1. Em Gênesis 18 Deus visita Abraão

a. Deus iria anunciar a Abraão sobre a destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 18.17,18)

1.2. O texto bíblico diz que, “quando tinha aquecido o dia” (Gn 18.1)

a. Isso indica que a visitação se deu por volta do meio-dia, quando o calor é mais forte.

b. No Antigo Oriente, esse era um momento em que as pessoas costumavam comer e descansar

c. Era um horário em que se evitava viajar ou sair de casa devido ao calor e à radiação solar

. Mas o Senhor não está sujeito ao nosso tempo (2Pe 3.8)

1.3. A visita de três homens (Gn 18.2-4)

a. Ao vê-los, ele correu ao encontro deles e prostrou-se em terra

. Era um gesto de hospitalidade

b. O patriarca foi hospitaleiro, oferecendo proteção e provisão para os visitantes

2. A hospitalidade de Abraão

2.1. A recepção da hospitalidade àqueles três homens

a. O patriarca vai até a tenda de Sara e pede que ela amasse o pão (Gn 18.6)

b. O patriarca corre até o curral, escolhe uma vitela e ordena que seja preparada (Gn 18.7)

2.2. Precisamos aprender com Abraão a arte da hospitalidade (Gn 18.2,3)

a. Ele recebeu o próximo com hospitalidade muito boa

b. Ele ofereceu o melhor aos visitantes

2.3. A pergunta dos homens a Abraão: “Onde está Sara?” (Gn 18.9)

a. As mulheres não eram vistas quando desconhecidos estavam presentes

2.4. Os visitantes, então, falam a Abraão: “[...] eis que Sara, tua mulher, terá um filho” (Gn 18.10)

a. Essa era a promessa mais aguardada por Abraão e Sara

3. O riso de Sara.

3.1. Ao ouvir que teria um filho, Sara riu. (Gn 18.13)

a. Ela não riu de Deus, mas, certamente, da sua condição física.

b. Mas o Senhor lembra a Sara que não há nada demasiadamente difícil para Ele (Gn 18.14).

3.2. O Eterno nos conhece bem, conhece as nossas fragilidades e as nossas quedas.

a. Deus não desiste de nós, apesar da nossa incredulidade, do nosso riso e de nossa dor.

II. DEUS ANUNCIA SEUS PLANOS A ABRAÃO

1. O anúncio da destruição

1.1. Aprendemos que Ló escolheu ir para Sodoma (Gn 13.1-12)

1.2. O que Ló não sabia era que os habitantes de Sodoma eram “maus” (Gn 13.13)

a. Eles eram grandes pecadores

2. O pecado leva à destruição

2.1. Deus revela a Abraão o seu plano de destruir Sodoma e Gomorra (Gn 18)

a. O salmista ensina que Deus revela seus planos para os fiéis (Sl 25.14)

2.2. O pecado de Sodoma e Gomorra era imenso (Is 3.9)

a. Deus não podia mais suportar a iniquidade daquele lugar (Gn 18.21)

2.3. Deus é santo e não tolera a iniquidade, embora tenha misericórdia do pecador (Ha 1.3)

3. A intercessão

3.1. A decisão já estava tomada, mas Deus revela a seu servo o juízo que estava por vir (Gn 18.25)

3.2. Diante do que o Senhor faria, Abraão coloca-se na posição de um intercessor. (Gn 18.23)

a. Ele suplica para Deus não destruir o justo com o ímpio

b. Abraão roga a Deus para que Ele tenha misericórdia e poupe os justos nas cidades.

3.3. Tal atitude revela o coração justo e bom do patriarca.

3.4. Abraão foi um intercessor, pediu misericórdia e graça de Deus em favor dos inocentes

3.5. Deus trabalhando em favor de Ló (Gn 19.1-29; 2 Pe 2.7)

a. Deus enviou dois anjos

b. Ló os encontra e os convida para passar a noite em sua casa

c. Os homens de Sodoma com sua promiscuidade exigiram que os visitantes viessem para fora

d. Ló não consente e oferece as suas filhas com a intenção de proteger os visitantes.

e. Os mensageiros de Deus ferem de cegueira aqueles homens ímpios de Sodoma.

f. Ló aproveita a situação e foge com sua mulher e as suas filhas

g. Deus destrói aquelas cidades (Gn 19.23-24)

h. Essas cidades tornaram-se símbolo de advertência divina contra a maldade (Dt 29.23; Is 1.9; Rm 9.29; Jd 7).

3.6. Até os dias atuais, essas cidades: (Jr 49.18; Sf 2.9)

a. Nunca mais foram novamente erguidas

b. Nunca mais foram habitadas,

c. O solo da região é improdutivo devido a grande quantidade de enxofre

III. A DESTRUIÇÃO DE SODOMA E GOMORRA

1. Deus “é fogo consumidor”

1.1. A destruição de Sodoma e Gomorra foi o fato mais marcante (Gn 19.28; Am 4.1)

a. Tornou-se referência da parte de Deus para toda a humanidade

b. Tornou-se alerta da parte de Deus para toda a humanidade (Mt 11.24)

1.2. Não podemos nos esquecer de que o Eterno é amor, mas também é justiça! (1Jo 4.8; Sl 89.14)

1.3. Não podemos nos esquecer de que o Eterno é fogo consumidor (Hb 12.28,29).

2. Uma catástrofe sem igual

2.1. Não sabemos quantas pessoas habitavam em Sodoma e Gomorra

a. Provavelmente, havia um número elevado de habitantes

b. Foram salvos, apenas, Ló, sua esposa e suas duas filhas (Gn 19.15-23)

. Os genros de Ló zombaram dele quando os advertiu (Gn 19.14)

3. Transformada em estátua de sal

3.1. A esposa de Ló desobedeceu a ordens dos anjos e foi convertida numa estátua de sal (Gn 19.26)

a. Ela não foi alcançada pelo fogo, mas pereceu pela desobediência (Lc 17.32)

3.2. Como servos de Deus, não devemos olhar para trás (Cl 3.1,2).

3.3. Naquele momento Deus destruí a campina, os moradores e o que nascia na terra (Gn 19.24,25)

Conclusão: Quando o ser humano perde o temor e para de ouvir o Criador, o juízo divino não tarda. Que jamais venhamos nos esquecer do amor e da severidade do Eterno.

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