ASSEMBLEIA DE DEUS EM MUNDO NOVO - BA
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2025
Adultos - HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NÃO ERA DIGNO: O legado de Abraão, Isaque e Jacó
COMENTARISTA: Elinaldo Renovato de Lima
COMENTÁRIO: PR JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 5 – O JUÍZO CONTRA SODOMA E GOMORRA
INTRODUÇÃO
- Deus mostrou a Abraão que é permitido pedir qualquer coisa, com o entendimento de que as respostas de Deus são provenientes da perspectiva do próprio Deus. Nem sempre elas estarão de acordo com as nossas expectativas, pois somente Ele conhece toda a história. Será que você não ouviu a resposta de Deus para alguma oração porque não considerou qualquer resposta possível diferente da esperada? É importante notar que a misericórdia de Deus para com Abraão estendeu-se a Ló e sua família. Ló foi salvo da destruição de Sodoma porque Abraão implorou a Deus. Uma pessoa justa com frequência afeta outras para sempre. Tiago afirma que”… a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5.16). Todos os cristãos deveriam seguir o exemplo de Abraão e orar para que os outros sejam salvos.
I - TEXTO BÍBLICO
Gênesis 18.23-32.
II - AS ATITUDES DE ABRAÃO (Gn 18.2-25)
- Servos de Deus dedicados, como Abraão o foi, inspiram e incentivam outros a caminharem nas suas pisadas.
Vejamos algumas atitudes dele:
1. Hospedou Deus (Gn 18.2)
“Levantou ele os olhos, olhou, e eis três homens de pé em frente dele. Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro, prostrou-se em terra”
Parece que nossa geração, gradativamente, vem menosprezando a importância e o privilégio da hospitalidade cristã. Não são poucos os versos nos quais a Bíblia nos admoesta a praticá-la, mas dada a conveniência moderna dos hotéis e restaurantes, raramente acolhemos pessoas em nossas casas. Podemos estar perdendo um bem preciosíssimo, pois a Palavra revela que houve gente que, sem saber, hospedou anjos (Hb 12.2), Aqui Abraão teve o privilégio de receber três visitantes, sendo dois deles anjos (19.1) e, o terceiro, ninguém menos que o próprio Deus (18.13). Abraão teve o privilégio de servir pessoalmente ao Senhor. Embora fosse um rico líder tribal e já contasse com 99 anos, não designou a ninguém essa importante tarefa. Chama-nos à atenção o modo discreto e quase imperceptível como ocorrem as visitações de Deus, pois Ele não visita Abraão com bumbos e trombetas, mas como um viajante desconhecido. Compare isso com Mateus 25.35.
2. Foi amigo de Deus (Gn 18.17)
“Disse o Senhor: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer?”
De todos os títulos de Abraão, nenhum é tão profundo e especial quanto este: amigo de Deus. Esse epíteto que faz referência exclusiva a Abraão é mencionado em três diferentes passagens das Escrituras (2Cr 20.7; Is 41.8; Tg 2.23). Amizade envolve intimidade e confiança, já que confidências podem acontecer entre os amigos. No momento em que Abraão acompanha seus visitantes e os despede, Deus decide, graciosamente, compartilhar com ele o que iria fazer. W. Wiersbe ressalta que Abraão, por ser íntimo de Deus, sabia mais sobre o futuro de Sodoma do que os próprios moradores daquela cidade, inclusive mais do que Ló. Deus compartilha segredos com os Seus. Como seria bom se todos nós fôssemos íntimos de Deus assim. Ele continua procurando pessoas para chamar de amigos (Jo 15.15).
3. Intercedeu pelas cidades (Gn 18.25)
- “Longe de ti fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra?” Deus busca e espera por intercessores. Intercessão é a mais profunda dimensão de oração que conhecemos. Geralmente é um ministério pouco valorizado e incentivado, talvez por não oferecer visibilidade. Ninguém oferece credenciais para intercessores.
- Intercessão é um bom critério para medir a profundidade da nossa espiritualidade. Crentes infantis oram apenas por si o tempo todo. Só gente amadurecida ora pelos outros. A grandeza de Abraão é revelada aqui: ele ora e intercede por uma ímpia cidade onde ele sequer morava; ao passo que Ló, habitante de Sodoma, em nenhum momento faz o mesmo. Abraão é um homem que está livre do juízo destinado às cidades ímpias, mas se condói e clama por aqueles que vão enfrentá-lo. Ele não ora apenas por seus parentes, mas pela cidade inteira; não pede que sejam separados os inocentes e que os pecadores sejam deixados para morrer.
- Em sua intercessão, Abraão apresenta seis pedidos pelos possíveis moradores inocentes e, diante daquela possibilidade, Deus sempre responde: “não destruirei”. A destruição não traz prazer ao Senhor, pois seu propósito é perdoar. Deus estava disposto a poupar a cidade inteira se ali encontrasse ao menos dez justos. Quanta diferença uma igreja, mesmo de poucos membros, pode fazer numa cidade. Abraão não exige nada, apenas suplica com o coração dolorido. Nós somos assim? É normal vermos os cristãos indignados diante do mal, inclusive endossando campanhas por maior severidade nas leis, mas oramos compassivamente pelos maldosos? Se dependesse unicamente das nossas orações o que seria da nossa cidade? Que Deus levante um exército de intercessores em nossa geração!
III. SOCIEDADE SEM LIMITES (Gn 19.4-26)
- Aquelas cidades ficaram conhecidas como símbolos de devassidão e libertinagem. A perversidade, a anarquia moral e a injustiça haviam ultrapassado o limite do suportável. Isso suscita uma pergunta óbvia: quais os processos que levam uma sociedade a esse nível de degradação?
1. A abrangência do mal (Gn 19.4)
- “Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados.” O caminho do pecado é de crescente destruição e degradação. Aquela sociedade se deteriorara a um nível tão assustador que até mesmo os mais jovens haviam sido contaminados. Contudo embora Sodoma e Gomorra sejam as mais mencionadas elas não foram as únicas cidades ímpias, pois havia também Admá e Zeboim (Dt 29.23). O texto diz que “tanto os moços quanto os velhos” estavam unidos na prática da perversidade.
- Quando o nível de maldade e pecado é acentuado, as condutas iníquas atingem todas as faixas etárias, isso leva até mesmo as crianças a copiarem e a banalizarem a depravação. Referenciais de santidade e piedade são fundamentais para as próximas gerações, caso contrário, o mal triunfará.
2. Ausência de limites morais (Gn 19.5) - “E chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.”
- Os homens de Sodoma queriam abusar sexualmente dos hóspedes de Ló. Algumas traduções amenizam o trecho substituindo a palavra “abusemos” pela palavra “conheçamos”, o que dá margem a outras interpretações. A verdade é que não é possível dessexualizar a expressão nesse contexto. Nitidamente, era uma tentativa de cometer imoralidade sexual. Haviam perdido todo recato, decência e vergonha, pois suas ações ocorriam em plena praça pública. Agiam como um bando desenfreado de animais selvagens. Os diques morais foram rompidos naquela sociedade. O pecado daquelas cidades ultrapassou todos os limites imagináveis, os quais não se limitavam ao homossexualismo. Isaías associa o pecado de Sodoma e Gomorra à injustiça social; Ezequiel relaciona a perversão das cidades à exploração dos pobres, soberba e abundância de ociosidade. Por sua vez, jeremias ressalta a imoralidade geral e o incentivo aos malfeitores (Is 1.9,15-17; Ez 16.46-51; Jr 23.14). O bem havia se tornado raro e impotente diante da escalada do mal. Será que nossa sociedade é diferente?
3. Materialismo exacerbado (Gn 19.26)
- “E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal.”
- Os valores morais e espirituais de Sodoma e Gomorra estavam num nível muito inferior aos valores materiais. Sequer havia 10 justos ali. As cidades eram prósperas e a região tão fértil que foi comparada ao Jardim do Éden (13.10). Por isso mesmo, a mulher de Ló olhou para trás (a palavra traduzida por “olhou” é “prestar atenção”, “mostrar consideração”). Certamente, pensando na perda que representava sair de lá. Sodoma e Gomorra a seduziram com seus apelos mundanos. Sair de Sodoma não foi fácil para Ló e sua família. O mundo é sedutor e está malignamente organizado para atrair o pecador. Como já foi dito, nós só conhecemos o poder de uma cultura quando tentamos mudá-la e só percebemos a força do materialismo quando decidimos viver de modo simples e na dependência de Deus. Preso ao materialismo, Ló é lento para sair e sua intercessão por Zoar é fruto de interesses pessoais (19.20).
IV. AS ATITUDES DE LÓ (Gn 19.1-36)
- Já vimos as atitudes de Abraão, agora nos voltemos para seu sobrinho Ló. Enquanto ele esteve com Abraão, foi bem sucedido, mas, quando ficou sozinho, se atrapalhou em sua caminhada.
1. Suas escolhas (Gn 19.1)
- “Ao anoitecer, vieram os dois anjos a Sodoma, a cuja entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro, prostrou-se, rosto em terra.” A posição de Ló junto à porta da cidade é emblemática. Era nesse local onde se discutiam negócios. Ele não era um porteiro, mas alguém que ocupava alguma posição na administração local. Há um processo aqui. Primeiro vemos Ló se aproximando de Sodoma e armando suas tendas até suas fronteiras (Gn 13), depois, ele aparece morando lá e, por fim, ocupando uma posição de relevância. Morar em Sodoma era uma bomba relógio. Não havia como acabar bem. As escolhas de Ló foram desastrosas para ele e sua família. Cuidado com escolhas que colocam de lado nossa relação com Deus e Sua santidade em nossas vidas. Más escolhas trazem consequências.
2. Consequências danosas (Gn 19.14).
- “Então, saiu Ló e falou a seus genros, aos que estavam para casar com suas filhas e disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Acharam, porém, que ele gracejava com eles.”
- A influência de Ló foi pífia naquelas cidades. Sua casa não foi respeitada e, quando foi avisar seus futuros genros sobre o iminente juízo, trataram-no com zombaria e escárnio. Não sabemos quanto tempo Ló morou em Sodoma, mas ele não conseguiu fazer ali nenhum discípulo. Foi uma existência infrutífera e insossa. Se lembrarmos da intercessão de Abraão, Deus prometera não destruir a cidade se nela houvesse dez justos. Abraão parou nos dez porque, certamente, acreditava que houvesse pelo menos esse número naquela cidade. Ló, ao que parece, foi, ali, um sal sem sabor. Ele chegou, inclusive, a oferecer suas filhas aos moradores da cidade (19.8). Que proposta é essa? Como poderia sugerir algo assim? O que houve com seus valores pessoais? Quando olhamos para as suas atitudes e sua família vemos que, em vez de influenciarem, foram influenciados por Sodoma. Deus precisou tomá-lo pela mão e arrastá-lo de lá devido sua hesitação (19.16). O ambiente o contaminou.
3. Um final desastroso (Gn 19.36)
- “E assim as duas filhas de Ló conceberam do próprio pai.”
- Ao sair de Sodoma, Ló foi ficar durante algum tempo em Zoar. A cidade foi poupada da destruição. De Zoar, ele vai morar numa caverna em completa falência. De tudo o que possuía, nada sobrou, exceto suas duas filhas. Tudo o que Ló tinha virou fumaça, e sua esposa uma estátua de sal. Às vezes Deus nos livra de determinadas consequências, outras vezes os frutos são inevitáveis. Não ouviremos mais falar de Ló no Antigo Testamento depois desse episódio. Não sabemos porque ele saiu de Zoar, mas a pergunta é: Por que ele não voltou para onde estava Abraão? Seria embaraçoso, com certeza, mas seria uma opção. Teria sido por orgulho? Por vergonha? Não sabemos. Mas certamente seria bem-vindo ao lado do seu velho e justo tio.
- É difícil reconhecermos que escolhemos errado. É difícil admitirmos nossas falhas. Não é com frequência que ouvimos a expressão: “Perdão, eu errei”. Para piorar tudo, as filhas de Ló engravidaram do próprio pai e geraram, do incesto, dois filhos e dois povos: amonitas e moabitas, inimigos de Israel. Que triste fim para um homem que conheceu o verdadeiro Deus. O pecado nunca é estável, nem seguro. Ninguém nunca sabe aonde o seu pecado o poderá levar. O melhor caminho é o arrependimento e a conversão.
V - O JUÍZO E A MISERICÓRDIA DIVINA
- O nosso Deus é misericordioso e oferece ao pecador a oportunidade para arrepender-se de seus pecados. O juízo divino, porém, é reservado àqueles que rejeitam a bondade e a misericórdia de Deus. Foi isso que aconteceu com as cidades de Sodoma e Gomorra. Tendo chegado o tempo determinado para o juízo sobre os pecados praticados pelos moradores destas cidades, o Criador revelou ao seu amigo Abraão o que aconteceria. Abraão, porém, se coloca diante de Deus como um intercessor, apelando pela misericórdia divina para que os justos não fossem destruídos juntamente com aquelas cidades. O relato bíblico revela uma cidade que vivia com naturalidade a libertinagem e a promiscuidade. O nível de degradação moral e espiritual daquelas cidades era tão intenso que se não houvesse a interrupção daquela cultura nociva, as próximas gerações seriam influenciadas significativamente a assumirem os mesmos hábitos e práticas profanas. Embora o Senhor tenha um cuidado especial com Seu povo, Ele continua sendo Deus Soberano sobre todas as nações e nada foge a Seus cuidados.
- Diante do juízo divino, Abraão resolve se posicionar como intercessor em favor dos justos para que não fossem destruídos juntamente com os ímpios. Conforme Lawrence O. Richards, na obra Guia do Leitor da Bíblia (CPAD), “Abraão demonstrou uma sensível preocupação pelos inocentes. Ele pede a Deus que poupe 50 justos das cidades perversas da planície; depois 45; em finalmente, pelo menos 10. Deus foi até mais sensível do que Abraão. Somente uma pessoa honrada vivia em Sodoma (Ló), e Deus reteve as chamas do juízo até que este estivesse a salvo! Este episódio nos dá segurança para orarmos pelos outros. O Senhor se importa com eles até mais do que nós, e fará por eles até mais do que pedimos. [...] Muitos acreditam que essas cidades das planícies ficavam abaixo no extremo sul do mar Morto. A área possui grandes depósitos de betume altamente inflamável. Isso, e uma terra geologicamente de massa instável, podem ter sido usados por Deus como agentes para causar a destruição das cidades descritas em Gênesis 19” (p.37). Este episódio reforça a orientação de Paulo a Timóteo, “que os homens orem em todos os lugares, levantando mãos santas, sem ira nem contenda” (1Tm 2.8). É da vontade de Deus que Seus servos façam como Abraão, se disponham a orar, intercedendo pelos pecadores a fim de que encontrem o perdão e a salvação. Deus já reservou um Dia em que trará a juízo toda a obra praticada pelos homens, sejam boas ou más (Ec 12.14). Enquanto esse Dia não chega, é nosso papel interceder para que o maior número de pessoas seja alcançado e convencido pelo Espírito Santo (Jo 16.7,8).
CONCLUSÃO
- Deus concedeu aos homens de Sodoma um teste justo. Ele não estava ignorando as práticas malignas dos habitantes da cidade, mas em sua justiça e paciência, Deus ofereceu ao povo de Sodoma uma última chance de arrependimento. Ele ainda está à espera, dando as pessoas oportunidade de se voltarem para Ele (2 Pe 3.9). Os sábios se converterão antes que a paciência dEle se finde. 18.25 – Estaria Deus sendo injusto para com os moradores de Sodoma? Ele realmente planejava destruir o inocente juntamente com o culpado? Não. Ao contrário, foi a justiça de Deus que prevaleceu. (1) Ele concordou em poupar toda a cidade caso nela houvesse apenas dez inocentes. (2) Ele demonstrou grande misericórdia para com Ló, aparentemente o único homem na cidade que tinha algum tipo de relacionamento com Ele (e até isto era questionável). (3) Ele demonstrou grande paciência para com Ló, quase forçando-o a sair de Sodoma antes que ela fosse destruída. Lembre-se da paciência de Deus quando você estiver pensando que Ele é injusto. Mesmo as pessoas mais fieis a Deus precisam da sua justiça. Sejamos gratos por Deus não fazer justiça conosco como fez com Sodoma.
- Bibliografia - Bíblia de Estudo Gesiel Gomes
- Bíblia Cronológica
- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
- Apontamentos Teológicos do autor
- Disciplina grade ctec vida cristã - Heresiologia
Lições Bíblicas CPAD - Adultos - 4º Trimestre de 2002 - Título: Abraão: O amigo de Deus — Comentarista: Elienai Cabral
- BÍBLIA DE ESTUDO APLICAÇÃO PESSOAL. Rio de Janeiro: CPAD.
- CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.
- BEACON, Comentário Bíblico. Gênesis. Rio de Janeiro: CPAD.
- https://auxilioebd.blogspot.com/2026/04/adultos-licao-3-impaciencia-na-espera.html
- https://ebd.veropeso.com.br/licao-10-genesis-18-e-19-sodoma-e-gomorra/
- Comentário: Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Mundo Novo-Ba. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior - Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC – Pós-Graduando em História, Membro da academia Pré-Militar (ACPMB) – Pós-Graduando Ciências da Religião (Famart) – Juiz de Paz (CONAJ), Graduando História (Facuminas), Formação da Alfabetização da Língua Grega (Koiné), DIRETOR do CTEC VIDA CRISTÃ (Centro Teológico de Educação e Cultura), Autor do livro 1000 Esboços Bíblico para Sermões – Autor da Revista de Estudo Bíblico acerca de João Batista – Autor da Revista acerca de Absalão, Autor do Livro Evidências Reais do Apocalípse - Autor do Livro Escatologia Bíblica Panorâmica, Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba. - Aproveite e estude cursos gratuitos no CTECVIDACRISTA.COM e comentários anteriores das Lições Bíblicas EBD. Ver outros comentários (anteriores) do trimestre em vigor no Site: www.portalebd.org
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA
