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Sáb, 18 de Fevereiro de 2012 16:52

A restauração de Geazi

Escrito por  Pr. Aldery Nelson Rocha

Pr. Aldery Nelson Rocha*
II Rs.5; 6:1-7; 7 e 8:1-6.
- A lepra de Naamã era problema interno, mas externamente ela podia ser disfarçada.
- Em casa, Naamã não podia disfarçar sua lepra. Ali, era desprezado pela mulher e pelos filhos.
- Muitos obreiros são assim, são desprezados pela sua própria família.
- Não podemos nos acostumar com os “puses” de nossas descrenças pessoais.

- Naamã teve o trauma da lavagem diária em sua casa rememorado quando recebeu a mensagem de Eliseu, daí ter se negado, num primeiro instante, a ir se lavar no Jordão.
- Deus não vai deixar Seus servos sem o pagamento de seu trabalho. Nabucodonosor, por exemplo, foi pago por Deus de seu trabalho quando da conquista de Tiro.
- Eliseu não aceito receber o dinheiro de Naamã porque aquele dinheiro pertencia à menina que havia falado a respeito da possibilidade de cura por meio do homem de Deus.
- Geazi, moço de Eliseu, mentiu ao dizer que Deus impedira Eliseu de receber algo de Naamã, visto que aquilo pertencia à menina, não ao profeta.
- Geazi mentiu para Naamã e isto nos mostra que o obreiro que está em processo de queda espiritual vive de mentiras.
- Geazi, ao tomar posse de alguns bens de Naamã, estava furtando o dinheiro que, de direito, era da menina.
- A pergunta de Eliseu, após o retorno de Geazi, foi uma chance dada a seu obreiro para que ele se arrependesse, mas a resposta de Geazi, uma outra mentira, selou a sua sorte.
- Há um “cordão umbilical” entre nós e o servo de Deus que está sobre nós. Ele é orientado por Deus sobre as nossas atitudes. Por isso, Eliseu bem sabia o que havia ocorrido com Geazi.
- A revelação que Eliseu recebeu de Deus a respeito de Geazi foi ampla: até os sonhos e desejos de 404 Not Found Geazi foram revelados (olivais, vinhas, servos e servas).
- Por causa das mentiras e

Additionally, a 404 Not Found do furto do que era, de direito, da menina, Geazi foi condenado a ter a lepra de Naamã, não só ele mas toda a sua descendência, e para sempre. Era uma pena eterna, verdadeira figura da pena estatuída sobre a humanidade pecadora.
- Geazi, como obreiro ladrão, impedia a obra de Eliseu de crescer. Assim que Geazi foi embora, a obra cresceu, como se vê em II Rs.6:1. Ainda hoje, obreiros ladrões são impedimentos para o crescimento da obra do Senhor.
- A obra de Eliseu sofria tanto com Geazi que os discípulos de Eliseu não tinham condições sequer de ter um machado próprio (II Rs.6:5).
- Apesar de tudo, Eliseu sentia saudades de Geazi, pois o substituto deste era alguém despido de visão espiritual, era alguém despreparado – II Rs.6:17. Apesar de ser “bandido”, Geazi tinha preparo.
- A graça de Deus é tal, porém, que pode restaurar qualquer um de nós, inclusive Geazi.
- A restauração de Geazi iniciou-se com o sítio de Samaria pelo rei Bene-Hadade da Síria. Deus sempre dá uma oportunidade para a restauração de um servo de Deus, inclusive obreiro – II RS.6:14.
- A realidade da restauração envolve humilhação – II Rs.6:25-27.
- Eliseu, em meio às circunstâncias altamente adversas do sítio de Samaria, profetizou a mudança, a bonança – II Rs.7:1.
- As palavras proféticas de Eliseu foram seguidas pela manifestação de um incrédulo e isto continua ocorrendo até hoje: sempre palavras proféticas serão seguidas por manifestações de incredulidade.

- Assim como Eliseu, porém, não nos intimidemos com as manifestações de incredulidade, pois sempre teremos “caminhão de trigo” a oferecer, enquanto o incrédulo sempre quererá dar esterco de pomba para o povo.
- Toda pessoa incrédula virará tapete para o povo, como o capitão que se manifestou após a profecia de Eliseu – II Rs.7:2.
- Geazi era um dos quatro homens leprosos mencionados em II Rs.7:3.
- Deus ampliou o ruído dos pés daqueles leprosos e os siros fugiram, como uma verdadeira amostra do que é possível fazer os pés que não têm medo de enfrentar a morte nem tampouco de

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anunciar as boas novas (Rm.10:17).
-  Geazi teve mais prata, mais vestido e mais ouro do que com Naamã. Mas, nesta segunda vez que tem acesso a riquezas, não repetiu o seu erro (II Rs.7:9).
- Geazi foi curado porque não repetiu o erro, lembrou-se do povo que sofria em Samaria.
- Os passos da restauração são:
a) voltar a amar o Evangelho (II Rs.7:9);
b) não se calar;
c) não esperar até amanhecer;
d) não esconder as revelações que Deus lhe dá.
- Temos de respeitar a autoridade da cidade, Bem agiu Geazi e os seus amigos ao retornar e mandarem avisar o rei do que estava se passando.
- Os cinco cavalos que ainda restavam em Samaria e que foram usados para a verificação da notícia dada pelos leprosos simbolizam os dons ministeriais que, na Igreja, são responsáveis pela sobrevivência do “resto”, do “remanescente” que será salvo.
- Já os dois carros utilizados nesta verificação simbolizam o Antigo e error was encountered while trying to use an ErrorDocument to handle the request.

o Novo Testamento, as Escrituras Sagradas, sem as quais não há santificação, não há como alcançarmos a vida espiritual. Deus usa as nossas vidas para que sejamos “vasculhadores” da Verdade.
- Geazi foi restaurado e a prova disso é que ele se apresentou diante do rei, dando testemunho de sua cura (II Rs.8:4).
- Tudo que Geazi desejara quando viu as riquezas de Naamã, Deus queria lhe dar, seria necessário apenas esperar. Por não ter querido esperar, Geazi passou por tudo o que passou.
- Geazi estava restaurado pois a mensagem que estava a falar com o rei quando da chegada da sunamita era o Evangelho, a mensagem da restauração (II Rs.8:5). Assim sempre reconheceremos um restaurado por Deus.
* Diretor do Seminário Hosana Internacional, em São Paulo/SP, atual e provisoriamente residente em Florianópolis/SC.
Anotação de Caramuru Afonso Francisco de estudo proferido na reunião de obreiros nas Assembleias de Deus – Ministério do Belém – sede – Belenzinho, São Paulo/SP, em 6 de fevereiro de 2012, às 10h.